domingo, 6 de novembro de 2011

Perdão

                                                                                                                                                          
Perdoar: Lei Divina de Caridade
                                                                                          Lúcia Meira(2001)

“A caridade que consiste na esmola dada aos pobres, é a mais fácil das caridades; mas
 há uma bem mais  penosa e, consequentemente, mais meritória: Perdoar àqueles que  Deus
colocou sobre nosso caminho para serem os instrumentos dos nosso sofrimentos e colocar a nossa
paciência a  prova(...)
Sede, pois, pacientes, sede cristão, essa palavra encerra tudo.”
(O Evangelho segundo Espiritismo CAP. IX-7)
“ O rancor e a raiva  são coisas detestáveis: ate o pecador procura domina-las.Quem
se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos  seus pecados. Se Alguém guarda
 raiva contra o outro como poderá dos seus pecados. Se alguém guarda raiva contra o outro como poderá
pedir Deus a cura?
Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos seus pecados”
(Bíblia Sagrada
 Livro do Eclesiástico-33 e 28,2 a 5).


        Ao findar/ iniciar o ano, nós que estamos preocupados com nossa evolução pessoal e espiritual, ficamos reflexivos, questionando-nos se estamos seguindo os ensinamentos deixados por
Cristo, “O Enviado de Deus”. Entre estes ensinamentos um dos mais difíceis “perdoar e Reconciliar.”
        Devemos entender ,primeiramente, como se processa o perdão e a reconciliação. Consultando
conceituados escritores, sintetizei os seguintes conceitos:
Perdoar é ver  aquele que nos ofendeu como amigo e irmão em Cristo. E um ser humano, como os outros são, possuidores também de potencialidades positivas, apesar de ter sido capaz de cometer atos infelizes e maldosos.Como toda experiência aprendida, nesta vida, apenas não ficarem mais disponíveis
para sermos outra vez ferido.
Neste mundo, ainda não possuímos a grandeza do esquecimento total, ficamos marcados com os golpes
recebidos, sempre lembraremos deles, o que não quer dizer que não houve perdão.
Assim concluo:
Colocando o ofensor em igualdade com os outros seres, tornaremos mais alegres, pois estaremos livres
de pessoas e fatos passados, que as lembranças nos faziam  infelizes , pois estávamos presos a eles.
Estaremos em completa harmonia , em sintonia Divina, sentindo no coração, que todos
somos irmãos em Cristo e sentiremos a paz interior, que tanto procuramos ter.
-x-x-x-x

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