sexta-feira, 31 de julho de 2020

Oficina da Mulher-PDI Autoconhecimento 1a Atividade

Olá! Vamos começar nossa caminhada e viagem pelo feminino ,para que você possa Planejar o seu Desenvolvimento Individual-PDI.
Sugiro que anote  em um caderno, para rever, se precisar.
Módulo1:Autoconhecimento Primeira tarefa -
 Dê 4 adjetivos positivos e 4 negativos,para cada uma:
-A Mulher atual
- Você
- Características de Mulher Modelo( Vc  seguiu esse modelo,  quem foi?)
Após  essas opiniões, relacionar quais são os seus pontos FOrtes  e  quais seus pontos FrAcos, que passaremos chamar de pontos FOFA, para ser a mulher que deseja ser.
Boa reflexão, e até amanhã.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

A dor e delícia de ser adolescente

A dor e a delícia de ser adolescente -Lúcia Meira
Adolescência é a fase do desenvolvimento humano, repleta de crises doloridas no momento vivido. Deixa na memória lembranças deliciosas, das mudanças de criança, para o amadurecimento do adulto. Confesso que sinto leve,quando lembro da minha infância. Já na adolescência, surgem na memória confusa, angustiosamente alegre.É como sentir a fragrância de um perfume que usou e gostou, mas não se encontra mais para usar.Chego a sentir um friozinho na barriga.Como um fantasma, que volta a me fazer sentir as mesmas susto arrepiante.Também como coisas deixadas no passado, fazendo reviver momentos que poderíamos disfarçar, como esquecidos.Vem um temor de sentir dor.Vejo que quando sai da infância, nunca mais terei a leveza ingênua daquela época.Sinto vontade de deixar todas outras fases guardadas, para fugir de sentir dor.Dor na alma.Apesar de não ter acontecido nada trágico. Dá-me culpa de sentir assim,mas é verdadeiro e legítimo o que sinto, porque crescer dói. Lembro da natureza que nos mostra situações que parecem com a morte e depois revivem mais bela. Para mim, começou o enfrentamento na vida e tornou-se impossível , não ser a responsável por escolhas e pelas suas consequências.Não será mais possível correr para mãe ou pai e pedir que resolva a questão problemática.Sinto saudade de apenas viver ... Lembranças de amores intensos e platônicos.Não conhecer o amado e sentir que não viveria mais sem ele, e esse ele nem sabe que esse sentimento existia. Choros inadequados, sentimentos de rejeições. Sentir-se inapropriada. Covarde e incapaz para tomar qualquer atitude.Sempre querendo quem não me queria.Quando acontecia um namorado muito apaixonado por mim, logo perdia o interesse por ele.Até parece aquela música"quem eu quero não me quer, quem me quer mandei embora". Tinha que sofrer para amar.O que de amor não tinha nada, namoros curtos, que se for ver nem eram namoros, na época de minha mãe chamaria de flerte , no minha "paquera" e agora "crush". Lembro de festinhas no clube de 19hs ás 22 h, nos colégios, lanchonetes, saídas da missa, alto da Av. Afonso Pena, me trazem alegria de lembrar. Treinos de dança, escutar,na casa de amiga. Encontros à tarde com amigas, almoços.Ir ao clube e ficar na casa primos, para sair a noite e depois comer pipoca no mirante das Mangabeiras. O Primeiro namorado, eu estava com quinze anos de idade , foi na festa da minha turma do primeiro gráu de fim de ano na casa de colega.   Fomos colegas vários anos.
Meus pais falavam que moça que não eram levadas à sério ,o namorado não casariam com ela.Quanto maior o desejo que sentia , mais fria eu ficava, para disfarçar.Tive outros namorados que terminavam comigo, porque eu era distante no relacionamento.Sempre tinha um rapaz querendo me namorar, mas não ia para frente. Eu não era eu.Era o que os outros esperavam que eu fosse.Era boa filha, boa aluna e namorada séria.Não era contente.Como li , era "desinfeliz", não era feliz e nem infeliz. Não arriscava e não era espontânea .Preocupava com a aparência, ás vezes que me achava muito feia , quando me olhava no espelho me sentia bem .As pessoas me elogiavam, mas sempre me via com vários defeitos.
 Quando criança me sentia poderosa ,linda e não me preocupava em competir e não me comparava com as outras meninas. A comparação e sentimento de inferioridade de adolescente, me fazia ser uma pessoa tímida e insegura.Brilhava como estudante e sabia que assim destacava, e ficava alegre.
Adolecência, áurea época, mas quantos sentimentos confusos!
Hoje lembro de tudo e acho graça.Gostaria de voltar a viver com a "cabeça" de hoje,  o que vejo que temos como benefício, quando envelhecemos.Tudo era muito engraçado.

domingo, 26 de julho de 2020

"Mais uma de Amor"

"Mais uma de amor" - Lúcia Meira 27.11. 2011
É Amor que não se acaba, porque nunca teve motivo para terminar.Ontem adolescente, hoje maduro.
Deve aparecer o questionamento: Como assim?
Quem nunca teve aquele amor apaixonado, que não foi vivido, por medo, por ser um amor apenas "seu" , nem foi exteriorizado ou outro motivo qualquer ? E que deixa aquela pergunta enlouquecedora, "e se tivesse"?
Essa paixão não morrerá, pois nunca a viveu! Ficou a fantasia. Não houve momentos felizes e"inesquecíveis" na vida real.
Sempre terá na lembrança fatos agradáveis, que deixaram de existir como fumaça. Amor ingênio e platônico.
Não chegou o momento exato de vivê -lo. Era ainda amor verde ou amadurecido demais.
Um suspiro juvenil com sentimento de alegria. Talvez seja o sorriso da covardia incompetente de não ter vivido e mascarar a frustração tardia, do ontem. De hoje "não ter a pretensão de acontecer" por causa do " medo bobo".

sexta-feira, 24 de julho de 2020

A Ruptura Vital

 A Ruptura Vital -Lúcia Meira
Seguia a vida,
o cotidiano.
Algo inesperado aconteceu.
Tornou-se confuso,
sem entendimento, raciocínio .
Ficou triste,
parado.
O tempo passou,
como sempre soberano,
trazendo a clareza necessária.
Teria que fazer a escolha,
de aceitar sua vida ou viver se vitimizando.
Escolheu o processo difícil de adaptar sua vida.
Por mais trabalhoso e doloroso,
é corajoso também .
Com orgulho fez essa única escolha Vital .
Agir como herói de si mesmo .
Mergulhou profundo,
para depois retornar à superfície,
enfrentando a realidade.
Aceitando sua vida,
de forma ativa ,
lutando para perceber a alegria de viver ,
que continuava existindo.
Sentiu que crescer dói
e é necessário,
Para tornar-se melhor.
Enquanto isso ,na vida lá fora,
a maioria das pessoas vivem desapercebidas.
A Ruptura Vital
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A Ruptura Vital
A Ruptura Vital -Lúcia Meira A vida seguia de modo cotidiano. Algo inesperado aconteceu. Tornou-se confuso, sem entendime...




segunda-feira, 20 de julho de 2020

Abrace a si mesmo

Abrace a si mesmo- Lúcia Meira
S ó ,estado de quem tem sossego ,não é sentir solidão.
O aprendizado dá-se nesse momento , levando ao individualismo benéfico .
L idar com sua vida , com competência, será o resultado.
I lusão, não terá com coisa secundária, sabendo que não é o modo
D e resolver sua questão.
A proveitará para se conhecer e identificar
O quê são suas necessidades vitais, que levarão viver bem sua vida, com entusiasmo.


quarta-feira, 15 de julho de 2020

Auxiliadora. seus sentimentos

Auxiliadora , seus sentimentos(Lúcia Meira)
Quando a enfermeira informou que na próxima amanhã Auxiliadora teria alta hospitalar, as colegas de enfermaria imaginavam que ela ficaria feliz ,mas ao contrário, viram escorrer lágrimas dos seus olhos . Ficou num profundo silêncio .
As colegas não sabiam o que passava com Auxiliadora. Só ela sabia seu sofrimento.Teria que voltar para a vida cheia de cobranças, reclamações , cumprir , fazer coisas, resolver questões que não eram sua. Não tinha assistência, mesmo se estivesse sentindo mal, teria que servir e cuidar de outros .Ninguém preocupava com suas dificuldades.
Auxiliadora sentia que estava sempre devendo algo ,pois quem recebia nunca ficava satisfeito.
Não tinha tempo para perceber que não tinha vida própria.
Resolvia a vida dos outros do melhor modo possível. Não tinha tempo para divertir, de se arrumar, fazer o que gostava ,de ser ela mesma.
Auxiliadora não queria continuar a viver aquela vida.
Estar ali ,numa enfermaria de hospital, sentia mais viva ,cuidando de si, de suas dores,o que não fazia na sua vida cotidiana .
Outras lágrimas caíram no seu rosto.
linario


sexta-feira, 10 de julho de 2020

"Aquele Anjo Torto"

Se "Aquele Anjo Torto"chegasse perto de mim
e me perguntasse se eu queria viver até 100 anos ,
ou voltar a viver um ano de SUA vida?
Responderia segura com sorriso no rosto,
volte-me aos MEUS 22 anos de idade de idade!
Seria tudo muito bem vivido ...
Ai! Quem me dera ter 🕊a primavera👑 e depois...🎼







quarta-feira, 8 de julho de 2020

Auxiliadora no divã

Seria ingratidão,
se esperasse agradecimento.
Não foi pensando nisso.
Amparou e ficou sem amparo.
Atitude contrária de quem quer ser poderosa,
que investe em benefício próprio.(...)
( Auxiliadora no divã
Lúcia Meira)

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A gratidão pelo Amanhecer

Cada amanhecer, 
um recomeço!
Cheio de novas  oportunidades ,
para aprender e crescer.

Olho para o céu.
Não temo,
agradeço ao Supremo.
Ontem, não foi meu fim.
Não foi o que o Divino quis para mim.

Comprometo-me com o que inicia,
Quero viver com sabedoria. 

Confio. 
Não estou desamparada ,
Ele sempre estará  na minha caminhada.

Encontro em mim  a esperança e alegria,
que traz o amanhecer
 do dia que inicia...

(Lúcia Meira)


Ilustração-Tirei da internet

Ode irregular a lucidez


Ode irregular à lucidez- Lúcia Meira

Cansei de coisas que não são verdadeiras .
Pássaro preso,não me alegra seu canto. Plantas e flores de plásticos,
já não enfeitam mais a minha vida.
São mortas.
Implacavelmente imutáveis.
Não crescem.
Não florescem.
Sempre do mesmo modo.
Num tempo que insana,
pensava que não a perderia.
Não percebia que elas nunca iriam florir.
Nunca teriam uma folha seca,
demonstrando que lhes faltaram cuidados.
Iludia, que não sofreria a perda,
sempre estaria do jeito que a quis.
Com o tempo,
a poeira, o sol
tornaram as plantas ,que nunca tiveram vida, a impressão de mortas.
Notei que procurei me enganar com suas aparências ,
para satisfazer meu desejo de ter a alegria, mas foi em vão.
Não quero mais viver uma mentira,
que criei.
Prefiro viver o outono,
esperar a primavera livre,
que tem seu tempo de vir e ir.
Alegrar com essas idas e vindas ,
como se fosse uma brisa que passa, sutilmente ,
e depois volta soprar.
Quando vai
deixa a esperança.
Quando volta livremente,
traz a alegria.
Melhor que ter a ilusão
de prisão de plástico,falsas flores.



METAMORFOSE


Quando adolescente ,eu não imaginava que transformaria em uma mulher como hoje sou .
Tive uma infância saudável, tranquila. Recebi amor e muita proteção de meus pais. Talvez seja esse excesso de proteção, o motivo de ser uma adolescente que não arriscava novas experiências pessoais. Seguia a vida como me ensinaram . Sentia segura dessa forma ,não agia por mim mesma .
Adulta, percebi que teria que fazer escolhas na vida e assumi-las .Sempre optava pelo que parecia mais seguro. Temia fazer o caminho se fosse incerto. Vivia o o futuro com crenças limitadores adquiridas .
Como a vida é uma escola que nos força ao crescimento pessoal.Tive que decidir, entre viver sofrendo ou mudar meu modo de viver .Com isso aconteceu em mim a evolução pessoal. Fui mudando o meu modo de viver .Passei a olhar a vida com coragem .
Decidi viver a vida, um dia de cada vez, sem pensar no que poderia acontecer amanhã .Viver o que de bom a vida me oferece. Assim passei a viver melhor o meu presente .
Eu aproveito a alegria, apesar das vicissitudes da vida que todo mundo tem.
Aumentei minha autoestima ,pois percebi que todos têm limitações.
Hoje quando me olho no espelho, vejo uma mulher madura que ama viver, basta ter coragem para isso A imagem pode conter: planta, flor e atividades ao ar livre

ras 17 pessoas


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Memória feminina

Memória feminina-Lúcia Meira
Quem é quem é aquela mulher,
com fisionomia tranquilamente alegre?
Assentada no banco, na sombra de uma castanheira ,
olhando para praia com olhar alegre extasiante.
Aprecia o pássaro que anda na areia,
o cachorro que aquece no sol.
A andorinha que voa distante.
As ondas que vão e voltam, espumando a areia.
O cachorro que dá a pata para cumprimentar o gari
e os barcos de pesca humanamente enfeitam a paisagem.
Seu olhar parece ver o imenso oceano .
No rosto uma felicidade momentânea .
Conscientemente lembrando, essa mulher sou eu.